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Temoj rilataj al Programo Mia Amiko

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    GOZO – VOLUPTO

     GOZO Sei, mas do que você tem medo? Achei que ficaria com medo da pergunta, mas reagi em tempo meu medo é não terminar este poema. Sei, mas quando termina um poema? Poemas acaso terminam como namoros antigos: Sei, mas quando o poema fica antigo é preciso terminar? Enquanto for gozo o poema não tem fim ejaculação é menos que gozo gozo é o poema que fica em mim quando o poema vazou: a poesia é o gostinho que fica dizendo assim: gozou? Então goza essa paz goza lamber a cria – amanhã tem mais poema jorrando poesia! VOLUPTO Bone, sed kion vi timas? Mia supozo, timi la demandon, sed reagis…

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    SRIBAĈI UNUE VERKI POSTE metodo por Kreativa Verkado

                                                                                 SRIBAĈI UNUE VERKI POSTE metodo por Kreativa Verkado                                                                                Paulo P Nascentes         Verŝajne komunikiĝi estas kunnaskita kapablo. Tiu kapablo ekzistas en bebo antaŭ ĝi parolu aŭ skribu. Familie kaj komunume, okazas la…

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    DE VIDA PRI VIVO

      DE VIDA Vida me constitui nos constitui, ruína e fluxo, sendo Vida. Pois tudo o mais rui, flui, rui, flui, rui, flui: Ruir, fluir nos faz a própria Vida. Vida, minha vida e a vida tua: Auto-eco-regulação-organísmica. O que sou? Espiritualidade nua,  o Sopro em Terra cataclísmica!? Vida: o Sopro feito Mistério! Onde te achar, Vida verdadeira? Se tiver sorte, no cemitério, Onde a Vida ama a Vida na caveira! PRI VIVO Vivo tute min vin nin konstituas, ruino kaj flukso: Vivo. Ĉio plu ruas, fluas, ruas, fluas: Rui, flui iĝas ni mem Vivo. Jen Vivo mia, via Vivo kruda: Mem-eko-regulig’-organismika. Kio pri mi? Spiritualeco nuda ĉi Blov’ en…

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    SEM TÍTULO – SEN TITOLO

      Sei que poesia alguma é perfeita nem faz da perfeição destino ausência de liberdade é desatino algumas é o que são o doente no meu existir faz beicinho, e meu ser só ri na sanidade de alma e com calma se pergunta minha poesia o que fala o que falta em felicidade? arrisco falta de estímulo? só falta o que lhe sobra todas vêm com título e avisam sem calma quem adora medalhas e títulos é o humano não a obra não a poesia menos ainda o que me sóbria – a alma! Na poesia adormeço no poema, sempre alerta! poesia é só o começo no fim a alma desperta até…

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    DEFASAGEM – MALAKORDO

      DEFASAGEM Ano da graça: 1949 me sinto um urso nascido analógico por desgraça me querem digital no ano em curso   crise de identidade agora e-digital,  fulano de tal constato atônito sem qualquer enleio: meu correio é eletrônico, se chama imeio: em inglês, e-mail   antiga a CNH esnoba agora e-CNH nesse imbróglio eu, nascido analógico, me vejo completo analfabeto digital   bêbado, pisca meu percurso  analógico, ilógico, tetraplégico: ser analógico já não conta criptografia de ponta a ponta por mais que erre a câmera  aponta o código de barra em farra, agora código QR!   MALAKORDO Graca jaro: 1949 min sintas mi urso naskiĝinta analogia, malfeliĉe min oni volas cifereca dum la jar’…

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    OLHAR POÉTICO Ainda estou aqui! – POEZIA RIGARDO Ankoraŭ mi estas ĉi tie!

    OLHAR POÉTICO Ainda estou aqui! enquanto lábios beijos ardem  látegos ardem peles nuas  porões quartéis clandestinos famílias clãs destinos se rompiam dilacerados pela tortura nos filhos amordaçados desaparecidos gritos surdos corredores ecoam  lúgubres fétidos sangue escoa sugada juventude corpo castigado ainda estou aqui – diz a sétima arte olhar frio documentário-poesia  choram marias clarices eunices deputado desaparecido  diretório acadêmico   docente silenciado sussurros: sabe quem ficou gripado? código ou eufemismo?  até atestado de óbito naquele clima endêmico seria comemorado… Ainda estou aqui!  POEZIA RIGARDO Ankoraŭ mi estas ĉi tie! dum lipoj kisoj ardaj  skurĝoj ardaj nudaj haŭtoj  kaŝaj kazernaj keloj rompataj familioj klan’ destinoj  dispecigataj de torturaj filoj silentigataj malaperintaj  surdaj krioj koridore eĥadas  funebra…

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    fugaz

    PSV dez 2024 Num dia de céu azul; um passeio, de mão dada, depois, um longo descanso, a pensar em quase nada…   Agora, resta a distância, que me deixa a mão vazia, e o coração se consola com lembrança e fantasia…   Um passeio em fim de tarde, é isso a felicidade; logo, dela, apenas fica uma suave saudade…   pasema  Man-en-mane ni promenis sub somera, hela suno; poste ni longe ripozis, kor’ en kor’ , en dolĉa kuno…   Nun, inter ni, la distanco. Ne plu eblas tuŝo mana, kaj la koro sin konsolas per rememorado vana.   Feliĉo estas pasema, sub la suno, promeniro: baldaŭ de ĝi…

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    escolhas

      PSV dez 2024   Os brasileiros estão lendo menos. Muito menos. Desde 2015, 11 milhões de pessoas não leram nem uma parte de um livro. Só nos últimos 5 anos, foram quase 7 milhões de brasileiros. A maioria não leu nem uma parte de um livro nos 3 meses anteriores à pesquisa feita pelo Instituto Pró-livro: 53%. Mesmo na idade escolar, em que se deveria estimular o hábito da leitura, houve queda. Mesmo entre as mulheres, que são mais leitores que os homens, houve queda. A única (honrosa) exceção está na parcela dos septuagenários, em que o número de leitores aumentou um pouquinho. Enquanto isso, cresceu drasticamente, no mesmo…

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    Ano Novo

      PSVdec2024   Já se finda o ano velho, Ano Novo se apresenta. só mudou o calendário, e o  pouco que representa.   Todos preveem, felizes, a paz e a felicidade, mas o caminho que seguem é sempre igual, na verdade.   A gente faz muitos planos, e  de promessas, mancheia, que serão logo esquecidas como castelos de areia.   Felicidade não vem da folha do calendário, mas da construção diária de um mundo mais solidário.     Nova Jaro Forpasas jaro malnova, naskiĝas la Nova Jaro. Nenia drasta ŝanĝiĝo,  ŝanĝiĝas nur kalendaro.   Homoj aŭguras feliĉon, Pacon, prosperon kaj ĝojon, Sed iliaj paŝoj, daŭre, Sekvas ĉiam saman vojon.  …

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    jazz e chuva

      PSVdez2024   num canto da noite chuvosa o jazz cortou a fala agitada das gentes com a  ondulação solene das dissonâncias   soaram entre as gotas nas folhas das árvores infindáveis   argumentos improvisados ansiosos acordes indecifráveis   a música a competir com a fala aflita das gentes o jazz e a vida a inquieta alma dos homens a serenidade da chuva mansa   ĵazo kaj pluvo   en angulo de pluva nokto ĵazo fendis la malkvietan paroladon de homoj per la ondumado solena de disonancoj   sonis inter la gutoj sur arbofolioj senfinaj improvizitaj argumentoj maltrankvilaj nedeĉifreblaj akordoj   muziko konkurencis kun la afliktoplena parolado de homoj ĵazo kaj…